One Way

One Way Capítulo 6 e Episódio Especial: Relatos sobre o Coronavírus

Por: liketour | 31/03/2020

2020 continuamos com excelentes conteúdos no liketour. Além, do já conhecido liketour cast, teremos novos conteúdos, com mais dicas e histórias de viagens para você.  Uma delas é a série de textos diversos com histórias e dicas de viagens, batizada de One Way*.

No capítulo 6 do liketour One Way e episódio especial do liketour, viajamos para diferentes lugares do mundo e perguntamos a moradores e profissionais do turismo em diferentes cidades sobre a situação atual que aflige todo o mundo:

Como está a gestão do Coronavírus na sua cidade / país e os impactos na vida pessoal e profissional, assim como as expectativas futuras?

Por ser difícil entrevistarmos em áudio todas essas pessoas em razão dos diferentes fusos horários, nós recebemos as respostas, via e-mail e whatsapp, entre os dias 23 a 26 de março, vamos narrá-las para vocês ouvintes. 

Na França, tudo está fechado, exceto farmácias e supermercados. Distância de 2 metros nas filas desses lugares e confinamento para toda a população, com multa de 500 reais, caso esteja circulando sem uma justificativa: comprar comida, It ao médico /farmácia, trabalhar (serviços essenciais) e ajudar alguém em fragilidade. 

Passear o cachorro e fazer exercício individual é tolerado no entorno de sua casa. Estamos em casa há uma semana e a progressão do vírus é bastante rápida na França e nos países vizinhos, sobretudo Itália e Espanha.

Estou ainda trabalhando mas meu setor, o transporte aéreo está extremamente afetado com nossos clientes, as companhias aéreas tendo que colocar suas frotas a no chão.

Esperemos que O confinamento possa produzir resultados e que O número de contaminados e mortos possa diminuir.

Por experiência aqui na Europa, podemos dizer: fiquem em casa!

Ricardo Lugris, empresário e autor do livro Tempo em Equilíbrio: Entre Paris e Singapura.

 Chantilly, França. 

Ruas vazias em Chantilly, na França, um dos países mais vistados do mundo.

Aqui esperam que o pico seja no início de Abril, ainda tem poucas pessoas com o Coronavírus. O país já parou, mas ainda não tem quarentena obrigatória, ninguém é obrigado a ficar em casa. Tem 150 casos (até o dia 23/03), mas tem poucos testes sendo feitos, por isso o número está abaixo assim. 

O impacto é que não sei quando volto a trabalhar. Nosso trabalho depende muito dessas situações, não sei qual a minha expectativa futura. Espero que em junho ou julho vai recomeçar nosso trabalho, não de forma tão intensa como era, mas já reiniciando as atividades.”

Kitty Pavone, guia e fundadora da empresa Budapeste para Brasileiros.

Budapeste, Hungria

Ponte das Correntes, em Budapeste. O setor do turismo é um dos mais importante para a Hungria atualmente.

“A situação em Moscou em 23 de Março,  estava assim: Casos registados: 262.  Recuperados: 9 Mortos: 0

 A entrada de cidadãos estrangeiros ou pessoas sem cidadania é restrita a partir de 18 de Março até 1 de Maio. Todos os passageiros de voos internacionais têm a sua temperatura tomada nos aeroportos. Aqueles que entram dos países com situação de vírus desfavorável (a lista inclui China, Itália, Espanha, França e outros países, mas não consegui encontrar a lista completa, não tenho certeza se ela existe, pois a situação muda rapidamente) estão confinados a 2 semanas de auto quarentena.

 A maioria das companhias aéreas pararam completamente os voos internacionais. Em Moscou, escolas, universidades e outras instituições educacionais estão fechadas a partir de 21 de março.

 Eventos públicos ao ar livre são totalmente proibidos, eventos públicos internos são restritos a 50 participantes.

 Muitas instituições públicas e culturais, como teatros, museus, bibliotecas, etc., suspendem as suas atividades pelo menos até 1 de Abril. Parques, restaurantes, bares, cafés ainda estão abertos e funcionam normalmente. O transporte público funciona normalmente.

 Os empregadores são aconselhados a transferir pessoas para o trabalho a partir de casa, mas não é obrigatório, muitas pessoas ainda vão para o trabalho diariamente. Até agora não foram anunciados quaisquer meios de apoio às pequenos negócios. Muitos já sofreram significativamente.

 Alguns dos meus colegas locais, guias, mudam para palestras online – gratuitas ou por pequenas taxas ou por doações. Outros apenas dedicam tempo para se voltarem para seus hobbies, projetos antigos, para aprender algo novo.

 A maioria dos guias turísticos que trabalham com turistas estrangeiros também trabalham como tradutores/intérpretes. Por enquanto, ainda há trabalho suficiente para tradutores.

 Suponho que todos nós entendemos que a situação está aqui para ficar por muito tempo, pelo menos até o outono, e é impossível prever quais serão as consequências. Definitivamente, não são tempos fáceis. Mas o mundo inteiro está nisto juntos, por isso tentamos permanecer positivos e apoiar-nos uns aos outros e também aos nossos colegas internacionais.

 Por exemplo, 15 guias russos de vários países europeus organizaram um flashmob com o hashtag #карантинтрэвел – “viagem de quarentena”: a partir deste fim de semana, eles estarão dando tours online gratuitos por suas cidades através do Instagram Live. Esta iniciativa tem sido apoiada por vários outros guias na Rússia e em todo o mundo. O fundador é Ira Stomberg de Estocolmo (@stockholm_ira na Instagram).

O Presidente Putin anunciou em 25/03 que a semana seguinte, de 30 de Março a 3 de Abril, será feriado para todo o país. Para os empregados, serão consideradas férias pagas (embora ninguém possa dizer quem exatamente pagará por isso).

Todos os restaurantes, bares, clubes e todas as instituições culturais estarão fechados.

Os transportes, farmácias, mercearias, hospitais e instituições governamentais continuarão a funcionar.

Putin nunca disse a palavra “quarentena”, mas parece que é isso mesmo.”

Anastácia, guia e criadora do instagram Moscou Sem Fronteiras

Moscou, Rússia

Capital da Rússia sem circulação de carros e pessoas. O país tem uma grande fronteira com a China, origem do vírus.

“Atualmente a Itália é o país com mais números de casos e mortes, superando inclusive a China, onde a epidemia iniciou.

Vejo na imprensa, principalmente a brasileira, dizendo que a Itália demorou a tomar providências e isso não é verdade. Assim que apareceu o paciente número 1 (isso aconteceu no dia 21 de fevereiro), o governo começou a tomar as medidas que praticamente paralisou o país. Antes do paciente número um, havia dois turistas chineses positivos que estavam isolados em Roma. Talvez a Itália tenha pecado em demorar a identificar o paciente número 1. Muito provavelmente isso aconteceu, porque estávamos no inverno, as gripes e resfriados são muito comum nessa época.

 Dois dias depois da identificação do paciente número um, os casos positivos chegaram a 130. Foi aí que o Governo decidiu isolar 11 cidades da Lombardia e do Vêneto, locais onde foram registrados a maior parte dos casos positivos. No início do mês de março, o Governo declarou toda a Lombardia como zona vermelha e aí aconteceu o que deveria ter sido previsto: muitos habitantes do norte, escaparam e foram pro sul do país. Provavelmente muitos deles, eram positivos. Dessa forma, logo em seguida, o Governo declarou todo o território italiano como zona vermelha, para proteger principalmente as cidades do sul, que ainda não registraram casos positivos.

 Desde de então no dia 11 de março, a Toscana, região localizada no centro do território italiano, onde moro entrou na zona vermelha. Praticamente, podemos sair somente para trabalhar, ir no mercado, ir em farmácias, levar o cachorro para fazer as necessidades e fazer exercícios físicos (sozinho, respeitando a distância de segurança). A maior parte da população apoia a decisão do governo e pede regras mais rígidas.

 Desde de fevereiro, todas as atividades relativas ao turismo em todo território italiano vivem um momento dramático. No meu caso e acredito o mesmo aconteceu com todos os guias de turismo na Itália, todos os serviços confirmados até maio foram cancelados. Acredito que serão cancelados também os meses de junho e julho. As expectativas futuras, não são boas. Acredito que o ano esteja perdido e somente em 2021, iremos recuperar o ritmo de trabalho, pois quando a emergência for contida na Itália, os outros países ainda estão passando por essa fase difícil.

 Segundo os estudiosos italianos, somente após o mês de agosto, o turismo interno na Itália irá começar a se mover e só depois, sabe-se lá quando, o turismo internacional renascerá. Nesse meio tempo, o governo italiano, fez um decreto chamado “Cura-Itália”, com medidas para salvar a economia, ajudar empregadores e família. Para os autônomos com partita IVA (uma espécie de CNPJ), o governo vai ajudar com o pagamento de 600 euros. Por enquanto é só para o mês de março, mas acredito que será renovado até terminar a quarentena.

 Hoje, dia 24 de março, o prefeito de Florença, Dario Nardella, declarou que irá solicitar ao Estado, um fundo especial para ajudar todos que trabalham no turismo, hotéis, agências e guias de turismo. Vamos aguardar pra ver o que será feito.

 O importante neste momento, é seguir as orientações do governo italiano e da comunidade científica, ou seja, lavar as mãos sempre que for possível e ficar em casa.”

Cristiane de Oliveira, fundadora da empresa Guia em Florença.

Florença, Itália.

Agente sanitário desinfeta as ruas de Florença, uma das cidades mais visitadas da Itália.

“As medidas de governo mudam todos os dias por aqui, mas finalmente entramos em lockdown por 3 semanas.  Podemos sair apenas para compras necessárias de mercado e farmácia, 1x por dia para se exercitar e quem precisa trabalhar.

Eu já estou dentro de casa há duas semanas – devido a sintomas fiz um isolamento. E no meio disso tudo começou um movimento de muitos pontos turísticos e museus fecharem – além dos países também darem orientações de quarentena. Então já tem algumas semanas que começamos a sentir os impactos no nosso trabalho.

Eu sinceramente não sei quando as pessoas vão voltar a viajar – mas enquanto isso a gente segue aqui gerando conteúdos diariamente no nosso instagram pra mostrar o melhor de Londres pra quem quer assistir um conteúdo leve, se inspirar e se preparar para uma futura viagem. O impacto é gigantesco pra gente, obviamente. Estamos com todos os tours cancelados até segunda ordem.

Mas tenho certeza que quando esse período passar a gente vai voltar a querer explorar o mundo – e eu vou estar aqui pronta pra receber todos vocês!”

Julia Ramil, guia e fundadora da empresa Me Leva Londres.

Londres, Inglaterra. 

Trafalgar Square vazia em Londres.

“Desde o dia 14/03 o Presidente do Governo da Espanha aprovou um Real Decreto pelo qual as pessoas deveriam ficar nas suas casas e fechar todos os negócios que não fossem de primeira necessidade.

Os cidadãos só podemos sair na rua, de um em um, para ir no mercado, farmácia ou no banco. Todo o demais comércios estão fechados. É uma situação muito estranha ir no mercado de luva descartável, de máscara e não ver ninguém na rua.

A Polícia e o Exército tomou as ruas e ficam vigiando e identificando as pessoas.

Meu trabalho teve que ser trasladado para casa, continuo realizando meu trabalho mas, desde casa. Desde o ponto de vista pra saúde, os sanitários estão dando tudo o melhor, mas não tem pessoal suficientes e os equipes de proteção suficientes e os testes de detecção do Coronavírus na estão sendo suficientes.

Na minha cidade teve mais de 300 confirmados e 24 falecidos.”

Luís Giron, fundador da empresa Soletrum.

Leon, Espanha 

A Espanha registra atualmente o maior número de mortos causada pelo Coronavírus.

“No Japão, até o momento, o número de casos registrado é bem baixo em comparação com outros países próximos e com os países europeus. O governo adotou, de forma aberta, a opção de somente testar casos graves. Com isso, acredita-se que haja sub notificação do número total de infectados. O país foi um dos primeiros fora da China a registrar casos e, segundo o governo, desde então vem agindo para encontrar pessoas infectadas, tentar rastrear o entorno delas e controlar os focos que foram surgindo. Eles alegam que, por terem agido rápido, não há necessidade de submeter a população à quarentena obrigatória. 

Com isso, o comércio e a prestação de serviços está funcionando quase que normalmente e as pessoas têm saído. Algumas empresas adotaram medidas restritivas de circulação de funcionários, em especial trabalho remoto, mas não foi a totalidade. As ruas de Tóquio, por exemplo, estamos menos cheias do que o normal, não somente porque o número de turistas está muito reduzido mas, também, porque muita gente está trabalhando de casa ou decidiu evitar as ruas. Além disso, escolas, universidades e espaços fechados de aglomeração como museus e casas de show não estão funcionando. 

No entanto, esta semana que está acabando registrou dois momentos que podem ser decisivos para a pandemia e os seus desdobramentos. O primeiro foi a floração das cerejeiras ter chegado ao seu auge em Tóquio e no entorno, uma área metropolitana com cerca de 30 milhões de habitantes. Neste momento, o Japão costumam praticar o hanami, a apreciação das flores de cerejeiras. Parques e áreas afins ficam lotadas de pessoas, gratas pelo fim do inverno, a fazer piqueniques e encontros. É um grande evento anual. Os festivais, muitos deles organizados pelas associações de comerciantes, foram cancelados. Mas isso não impediu que muitas pessoas realizassem o hanami em áreas famosas da metrópole, causando aglomerações, mesmo que os parques tenham colocado avisos proibindo a realização de piqueniques. Isso fez com que a governadora de Tóquio viesse a público conclamar a população a colaborar para evitar que seja decretada uma quarentena obrigatória.

O outro fato foi o adiamento das Olimpíadas para 2021. Muitos críticos acusavam o governo japonês de estar agindo na contramão do mundo, ao não adotar medidas duras de contenção social e a testagem geral de casos suspeitos, como forma de proteger as Olimpíadas. Pessoalmente, acho essa ideia absurda já que o país só teria a perder se o número de casos reais e mortes explodisse em algum momento, em especial durante ou próximo às Olimpíadas. Porém, não acho errado dizer que o peso de realizar os Jogos e a pressão do Comitê Olímpico Internacional certamente impactou a forma de lidar com a pandemia. Com os Jogos adiados, o foco total deverá ser o combate ao novo coronavírus. 

Neste momento, o impacto nos meus serviços é imenso. Tivemos quase que 100% de cancelamento, apenas 1 diária vendida em março, que estava com quase 100% de reservas em janeiro. Abril, que é o melhor mês do ano, foi todo cancelado. No momento, estou buscando informações de mercado e meios de seguir oferecendo produtos relacionados ao Japão, mesmo online. Quanto ao futuro, estamos estimando que dificilmente o turismo volte a gerar movimentações por aqui antes do outono do hemisfério norte, a partir do final de outubro. Isso numa visão bastante otimista. Se a crise atingir em cheio a economia das pessoas, em especial dadas todas as trapalhadas do governo brasileiro até o momento, dificilmente elas poderão fazer viagens para um país tão distante quanto o Japão ainda este ano. 

Portanto, a perspectiva por aqui é sombria mas estou fazendo todos os esforços para manter nossos potenciais clientes informados sobre a situação do Japão e, claro, com dicas de viagem que possam ser usadas no momento oportuno e, com isso também, divertir um pouco as pessoas com histórias legais sobre o Japão e nutrir o sonho que muitos têm de conhecer este país maravilhoso. Sabemos que a pandemia é passageira e que vamos sair dessa.”

Roberto Maxwell, administra a Tabiji, grupo de guias brasileiros que atuam em cidades do Japão.

Tóquio, Japão. 

As olimpíadas em Tóquio foram adiadas para 2021. A alta densidade demográfica do Japão é fator de alta transmissão da COVID-19

“Aqui na Irlanda quase tudo está fechado, somente o que é indispensável está aberto. Quase todos estão sem trabalhar, mas o governo está pagando um benefício de 350 euros por semana para todos os trabalhadores que estão parados.

O coronavírus está bem controlado na Irlanda, está avançando mais devagar do que o governo esperava. O governo está de parabéns, rodeado de especialistas, sendo bem aconselhado, trabalhando 24h, com boas estratégias e planos, tanto para a saúde, quanto para a economia.

Acredita-se que ficaremos assim por até 3 meses, mas tudo ainda é incerto, existem muitas variáveis que influenciam as decisões do governo.

Estamos nos sentindo seguros aqui. Esperamos que tudo isso passe logo.

Grande abraço amigos.  Stay home, stay safe.”

Gustavo, criador do canal no YouTube Nós em Limerick.

Limerick, Irlanda

Limerick, Irlanda, cidade que recebe muitas pessoas para estudar inglês.

“Em São Paulo tivemos o primeiro caso no Brasil e no momento é o estado com mais casos e mais mortes. O fato de ser o mais populoso e com mais aglomerações fez com que isso fosse ate normal. As pessoas estão aceitando bem a quarentena embora a cidade já sinta os impactos disso. Ruas do centro e centros comerciais como a 25 de Março estão desertas, shoppings, restaurantes, teatros e bares que movimentam muito a cidade estão fechados. A cidade recebe muitos eventos e o aeroporto de Guarulhos é o que mais recebe vôos internacionais, eu reparei que tem poucos aviões passando. A cidade tem grandes e bons hospitais mesmo na rede pública, e hospitais de campanha foram montados no estádio do Pacaembu e no Anhembi. Hoje, 27 de março vi no jornal que antes da quarentena uma pessoa infectada passava o vírus para seis, e agora com a quarentena uma passa para duas, o que já é
bem razoável.

Eu particularmente estou trabalhando de casa desde dia 12 de março, A empresa que trabalho todos tem menos de 35 anos, mas os administradores têm mais de 65, tendo uma boa conexão de internet e nos comunicando por conferência conseguimos fazer o que precisamos, mas alguns clientes já sinalizaram a suspensão de alguns serviços e entregas. A ideia é voltarmos à empresa no dia 13 de abril.

Tive alguns compromissos cancelados e sai poucas vezes, não peguei mais ônibus e metrô, somente de carro ou a pé, e nas ruas tem mesmo poucas pessoas e menos carros, mas percebi um número maior de motos de entrega. Fui ao mercado e o movimento era grande, mas muitos anúncios e recomendações de prevenção. Também fui ao banco e a fila era na calçada e só 10 pessoas no máximo ficava lá dentro.

Também tenho uma viagem marcada para a Argentina em maio e espero que não precise adiar e tudo até lá já esteja mais controlado. Acho que quando isso passar as pessoas vão querer sair e frequentar os lugares que estão fechados hoje. O que incomoda as pessoas é que isso não tem prazo para acabar e a incerteza e a suspensão da rotina é que mais causa medo. Mas um dia passará, espero que em breve, todos nós voltaremos a vida normal e tomara que com muitas viagens pela frente.”

Henrique, participante do Liketour.

Hospital de Campanha montado no estádio do Pacaembu, SP.

One Way*: No jargão do turismo é o identificador de tarifa e viagem só de ida. 

O liketour agradece, o tempo e dedicação, a todos  que contribuíram com os depoimentos acima.