One Way

One Way Capítulo 1: Desbravando a Capital!

Por: Henrique Benitez Lopes | 27/02/2019

2019 é um ano de novidades para o liketour. Além, do já conhecido liketour cast, teremos novos conteúdos, com mais dicas e histórias de viagens para você.  Uma delas é a série de textos diversos com histórias e dicas de viagens, batizada de One Way*.

No capítulo 1 do liketour One Way, Henrique contou como foi sua terceira viagem a Brasília, dessa vez com pais e namorada, veio rever os colegas de site e (re) visitar muitos lugares da capital federal.

One Way*: No jargão do turismo é o identificador de tarifa e viagem só de ida.

Eu,  com os pais (Luiz e Cris) e a namorada Amanda

 

Em novembro do ano passado os colegas de liketour organizaram um encontro entre nós e outros amigos da “podosfera” brasiliense.  Como esse encontro se daria em 15 dias, ficou muito difícil de me organizar para ir.

Porém, a vontade de rever os colegas e Brasília já era grande.  Planejei ir e também estava na hora de levar meus pais, Luiz e Cristina, e minha namorada Amanda, para conhecer a capital federal.  

A data escolhida foi o 25 de janeiro, o aniversário da cidade de São Paulo, foi o dia para irmos para Brasília. Pesquisamos o valor de passagens e hospedagens, fizemos as compras e avisei os colegas que em breve estaria rumo a capital, só que dessa vez com uma mini caravana paulistana.

Chegado o dia da viagem, fomos ao aeroporto de Guarulhos, o voo era as 11:30, mas preferimos sair mais cedo, pois apesar de ser aniversário na cidade de São Paulo, não era em outras cidades da região e a ponte do Tatuapé que dá acesso a Dutra e também ao aeroporto estava interditada.  Chegamos bem, fomos ao portão de embarque e pegamos nosso voo. A viagem foi tranquila saímos em dia de céu azul, e chegamos em Brasília de um jeito nublado.

Os colegas de brasilienses já me mandavam mensagens dizendo que nós paulista trouxemos chuvas para a cidade. Pegamos um táxi e fomos ao hotel na asa sul.  Organizamos as nossas coisas, e decidimos dar uma volta. Fomos a pé até a Torre de TV, que para minha surpresa estava em reforma. De lá, já era possível ver a Esplanada dos Ministérios, o Congresso Nacional bem a fundo, do outro lado, vimos o estádio nacional e a roda gigante da Nicolândia.

Tiramos fotos no letreiro “Eu amo Brasília”, no Parque Burle Marx e decidimos comer, num lugar prático, fácil e rápido, sim, a famigerada lanchonete do palhaço.  Voltando ao hotel o X me ligou disse que conseguiria nos encontrar em meia hora. Ao nos encontrar, fomos rumo a esplanada do ministérios, passamos pelo Conic, pela caótica rodoviária, em frente a Biblioteca Nacional e entramos no museu nacional em forma de Oca.  Estava sendo montada algumas instalações e vimos a exposição de xilogravuras. Passamos em frente à Catedral que estava fechada.

 

Self no letreiro da Praça Burle Marx

 

Caminhamos pela Esplanada e passamos pelos prédios dos ministérios, fomos até o Itamaraty onde podemos encontrar e conversar um pouco com o Bruno.  Fomos a Alameda dos Estados, tiramos fotos em frente ao Congresso junto a outros turistas que visitavam o local. Em frente ao Ministério da Justiça, pegamos um Uber, fomos jantar no shopping e voltamos para o Hotel.

 

 

Amanda e eu em frente ao Congresso

 

Na manhã de sábado fomos até o Parque da Cidade. Estava cheio muitas famílias passeando com seus filhos e pets, pessoas se exercitam nos aparelhos e grupos de corrida. Estava uma manhã bonita de Sol, e andamos entre as árvores.  As 11:00 a Nicolândia abriu e como é tradição entre mim e a Amanda, fomos na Roda Gigante, de lá era possível ver bem o parque e o lago. Depois, caminhamos até o lago, o tempo já começou a ficar mais nublado apesar de ainda estar calor.

O X, nos encontro no Parque da Cidade, fomos na outra parte do lago para ver a Praça Eduardo e Mônica. Fomos almoçar numa churrascaria e a tarde foi de ir em muitos outros lugares.  De lá, fomos ao Pontão do Lago, debaixo de muito chuva, foi possível andar à beira do Lago Paranoá, ver a Ponte 3, e os prédios dos Bancos na Asa Sul. Apesar, da chuva, foi possível admirar a paisagem e tirar algumas fotos.

 

Nós, no Pontão do Lago

 

Do Pontão do Lago, fomos novamente a Catedral, dessa vez aberta, entramos e a vimos por dentro.  Gosto muito de catedrais, seja no Brasil ou em outros países, sempre procuro visitá-las. O mármore branco e os vitrais tem uma harmonia que faz bem aos olhos. Ficamos lá por alguns minutos, vimos a cruz da primeira missa realizada na cidade em 1957 os arcanjos pendurados e a estátua da Pietá.

O ponto seguinte visitado foi a Praça dos Três Poderes.  A estátua da Justiça Cega, em frente ao STF, parecia ser muito maior pela TV do que ao vivo.  Ali, um segurança protege a estátua e o prédio, mas é possível chegar perto para as fotos. No subsolo da praça entramos no Espaço Lúcio Costa, uma grande maquete do Plano Piloto com quadros da construção da cidade homenageia o urbanista.

 

Turista passeiam na Praça dos Três Poderes

 

Dentro da Catedral Metropolitana

 

A estátua dos candangos em referência aos construtores da capital em frente ao Palácio do Planalto é admirado por muitos turistas.  A Praça é grande e no seu fundo tem o Panteão dos heróis da Pátria, a pira da liberdade e a bandeira do Brasil. Último ponto de visita na praça foi o Museu da Cidade, uma porta estreita que dá direto a uma escada nos leva ao Museu. De um lado escritos com a ideia de levar a capital para o centro do outro lado mostra o período da construção.

Saindo de lá, passamos pela última vez pela Esplanada dos ministérios e fomos a feira de artesanato próximo a Torre de TV, com suas variedades de produtos que vão de souvenires da cidade a flores do cerrado, poucas pessoas visitavam o local.  Já quase no fim da tarde fomos ao Memorial JK. Do alto do Monumento o presidente saúda a cidade que tanto fez questão de inaugurar em tempo recorde. É um lugar bonito, num banco em frente ao Memorial, JK e Dona Sara estão sentado em um banco e claro, fotos com eles e como eles é quase obrigatório fazê-las.

 

No Memorial JK

 

Último ponto ao ser visitado foi o Setor Militar e a Praça dos Cristais.  A concha acústica e seu eco talvez seu a atração principal. Os prédios grandes e a avenida larga traz uma sensação de isolamento.  A Praça dos Cristais com as flores, pássaros e árvores, ajuda na tranquilidade do local. Todos esses lugares guiados pelo X.

Hora de voltar para o hotel, afinal o noite, tinha rodízio de pizza em Águas Claras. Mais uma vez de baixo de chuva fomos a pizzaria e lá encontramos com o Plínio do Praticamente Nada e com o Felipe também do liketour.  Mal sentamos na cadeira, já três garçons oferecem algum sabor de pizza. As variedades eram muitas, de pizza de carne seca a hot dog e as tradicionais mussarela e calabresa entre outros muitos sabores. Sim, o Felipe comeu pizza com ketchup, que aos olhos de nós paulistanos é uma heresia.

 

Pizzaria em Águas Claras

 

Voltamos ao hotel. Já deixamos as coisas um pouco arrumada. No domingo nosso voo, sairia no começo da tarde, era difícil ir em algum outro lugar. Amanda e eu fomo um pouco na piscina do hotel, o tempo era curto, voltamos para o quarto, terminamos de arrumar tudo, chamamos um uber e fomos para o aeroporto.

O voo de volta foi mais tranquilo.  Chegamos bem em casa e já fomos ver as fotos.  Passados alguns dias da viagem ver o jornal na TV, não é mesma coisa. Quando um repórter está em Brasília, tentamos saber se passamos por lá.   

 

Aeroporto de Brasília, voltando para casa

Foi bom, rever a cidade e os colegas brasilienses, não sabemos quando voltaremos, mas quem sabe em breve, num feriado nacional, com mais tempo e mais calma para nos encontrarmos todos juntos.

E já estão avisados, quando precisarem de chuva, avise que nós levamos.